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Sala dos Jantares Grandes - Palácio Nacional da Ajuda

O Palácio Nacional da Ajuda, cuja denominação completa é Real Paço de Nossa Senhora da Ajuda, foi mandado construir por D. José I (1714-1777), e localiza-se na Ajuda, em Lisboa. Recorde-se que este edifício foi construído em madeira, com o objectivo de melhor resistir a terramotos, tendo ficado conhecido como "Real Barraca", para substituir o Paço da Ribeira que ficara destruído pelo sismo de 1755. O novo Palácio, habitável desde 1761, foi residência dos Monarcas Portugueses durante três décadas mas, em 1794, no reinado de D. Maria, ocorre um incêndio que tudo destrói. Assim sendo, sobrevivem até à actualidade o Jardim da Damas, a Sala dos Serenins e a Torre do Galo (da qual se destaca o catavento em bronze). Foi então projectado um novo palácio, este já de pedra e cal, ainda seguindo algumas tendências do Barroco, mas cujo processo de construção sofreu várias vicissitudes, tendo então sido adaptado à arquitectura neoclássica. Com a partida da Corte para o Brasil, em 1807, a obra é descontinuada, factor agravado pela falta de recursos financeiros. Em 1821, com o regresso da Corte do Brasil, a obra permanece inacabada, mas no palácio já se realizam cerimónias de natureza protocolar, o que continua a acontecer por muitas décadas. Só com a subida ao trono de D. Luís I, o Palácio assume a verdadeira dimensão de residência oficial da Corte, após obras indispensáveis para permitirem um mínimo de conforto. D. Maria Pia, enceta trabalhos de reformulação e decoração de acordo com os padrões da época, de nível europeu. O Palácio tornou-se palco de grandes eventos de gala - banquetes e recepções oficiais - e de uma animada vida social. Após a morte de D. Luís I, O Palácio perde novamente o brilho e com D. Carlos e D. Amélia volta a ser uma residência alternativa.


Em 1910, com a instauração da República, o palácio é encerrado e submetido a um regime de acesso restrito. Reabre ao público em 1968 e, desde 1996, tem vindo a ser alvo de uma reconstituição baseada em investigações históricas.

O Palácio Nacional da Ajuda tem, assim, uma enorme tradição de espaço reservado a grandes cerimónias de Estado, nomeadamente as da Presidência da República. Neste contexto, a Sala dos Jantares Grandes foi palco de grandes cerimónias como a Aclamação de D. Miguel (1828) e o casamento de D. Carlos, visita de Eduardo VII a Portugal.
A sua decoração inclui espelhos, pratas, peças de ourivesaria do século XVII, serviços de porcelana chinesa, cortinas de tule de origem suiça. A decoração do tecto é uma alegoria do Aniversário Natalício de D. João VI, com um grande elogio ao monarca.
Cristina Marques Fernandes
 


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